

“Se facilitar o entendimento, compare a vida á um espetáculo qualquer. Com uma pequena margem de diferença: pagamos caro pelo desconhecido, sem cartazes, sinopses ou anúncios prévios. Acomodamo-nos, as cortinas se abrem e o espetáculo acontece. E agora, somos todos protagonistas e platéia, assim, ao mesmo tempo. Assistimos enquanto atuamos e nos surpreendemos com o roteiro prescrito. Há quem o siga ao pé da letra, sem errar nenhum detalhe sequer, fazem como manda o recado. Existem os que deixam os erros escapulirem, mas mantêm a cabeça erguida e outros que se culpam até o fim, acabam por não desempenhar o restante do seu papel. Há os que vivem improvisando, estes sempre acrescentam uma pitada de humor e tornam o espetáculo muito mais fácil e gostoso de lidar. Não existem regras a não ser que você as imponha a si próprio. Aqui todo mundo é dono do seu próprio nariz e age da forma que considerar que convém. Muitos por vezes, trabalham em dobro, representando o papel dos demais que não se importam em dar sua contribuição. O que é injusto por sinal, já que estes são recompensados á troco de nada, ofuscando aqueles que merecem ser reconhecidos em seu lugar. Outros, então, desistem de atuar e apenas compõem a platéia. Consideram o fardo pesado demais e acham cabível a tarefa de apenas aplaudir e isso se torna quase inadmissível, pois todos, ou ao menos a maioria, se submetem a tentar. Outros simplesmente desistem e optam por partirem antes do epílogo. Lamentável. Em geral o espetáculo, é repleto de falhas, pois individualmente cada um oferece sua contribuição, seja ela boa ou ruim. É um mosaico desconexo e misto, mas que se encaixa perfeitamente se você reparar. E cada um, quem quer que seja, é essencialmente importante. Porque ninguém é capaz de viver só, todos vivem no coletivo e ajudam uns aos outros. Mas sejam qual forem as imperfeições, seja qual for o defeito, o erro, o produto, o problema, a causa, a conseqüência, vence quem fica. Quem sorriu, quem chorou, quem suportou, quem resistiu. Não importa como tenha exercido o seu papel, embora seja de grande contribuição. O que vale é apenas ter exercido um papel. Ter composto com todos, o espetáculo mais lindo que existe e ter seu nome declarado como participante ativo e oficial. E para estes a recompensa é inestimável.” — Gabriela L. (T-rapeze)

“Se você fumar vão dizer que faz mau para seu organismo. Se você agir com impulso vão dizer que você deveria pensar mais antes de tomar qualquer atitude, e se você pensar demais, vai desistir. Se você criticar os mesmos que gostam de opinar sua vida vão falar que você se entromete na vida alheia. Se você ingerir bebidas alcolícas vão dizer que você é muito nova para isso. Se você se vestir da maneira que te agrada vão dizer que você não sabe nada sobre moda. Se você sair cantando e dançando no meio da rua vão dizer que você é maluca. E se você continuar se importando com as opiniões alheias você não vai viver. De um jeito ou de outro eles vão te julgar, vão te criticar, vão te rotular e sabe o que você tem de fazer? Ignorá-los. Viva por você e não pelos outros. A vida é sua, então faça dela o que você quiser, deixe eles falarem o que quiserem sobre você. Faça um bom proveito da sua vida, se divirta. Mesmo que a sua diversão seja algo que provavelmente vão te julgar, não importa. Faça o que te faz feliz. E deixe isso como sua prioridade máxima: ser feliz, ou pelo menos, se sentir feliz acima de tudo. Deixe a adrenalina tomar conta do seu corpo, explore a vida e tudo que tem de mais belo nela. Em cada momento ache uma oportunidade de ser feliz, pois querido, a vida um dia acaba. E se você for ligar para opiniões alheias acabará perdendo a oportunidade de viver. E de vida a gente só tem uma, então temos de faze-lá ser inesquecível. Gente normal e sem graça não marca a vida de ninguém, não faz diferença nenhuma. Aquelas que mais marcam são as consideradas loucas. Que ao meu ver, de louco não tem nada. Apenas aproveita a vida do jeito certo. Afinal, quem gostaria de viver uma vida monótona e melancólica? Sem historias para contar aos netos? Sem recordações e momentos marcantes? De que adiantaria a vida se você não aproveita-lá? Aconselho-te que passar metade dela em frente ao computador sonhando acordado não ajudaria em nada. Saia, divirta-se. Aproveite a vida do jeito certo, com moderações. Ela ainda está no começo, ainda tem muita coisa pra acontecer. Muitas águas ainda vão rolar. Apenas viva a sua vida, sem ligar para a opinião alheia. Estando certo ou errado, julgamentos sempre vão existir. Basta você decidir se eles vão ou não interferir na sua vida” Arissa and Aina - (en-fraquecidos)


Palavras guardadas, paisagens mortas. Tenho tanto o que dizer a você sociedade! Que lixo que você anda tornando nos seres humanos. Rotulando-nos privando-nos a não dizer o que está engasgado, tornando uma o amor em um sentimento tão banal. Antes o que nos transmitiam paz, ou beleza pelo mundo, esta virando cenários de guerra e solidão. Essas coisas nos cansam, nossas vidas começam a serem ditadas pela alta sociedade, nossas vidas viram uma eterna monotonia; dizem que querem a paz e o amor, mais nos inserem o ódio contra as outras religiões. Mais para frente será o que? Lavagem cerebral? Inserção de outras almas em nossos corpos? Até as músicas querem nos incentivar a banalizar a putaria em nossas vidas, coisas nos indiciando ao suicídio da liberdade. Até quando pareceremos enlatados e rotulados pela sociedade? Nessa guerra perderemos tanto. O amor será o ódio. Discriminação racial, ou falta de dinheiro, vão ser mais comuns daqui para frente. Pessoas achando-se melhores do que um mendigo que pede dinheiro para quem passa. Excluindo-os da sociedade por completo! Cadê a compaixão? O achismo cara sociedade não te levara a nada, vai te sucumbir até certo ponto, mais quando as pessoas se cansarem disso tudo? Uma hora elas terão de se cansar, elas vão ter de cansar-se disso tudo. Sabe sociedade, vocês dizem que tem amor ao próximo, mais não é o que vemos pelas ruas… Não vemos se quer um obrigado da boca suja de vocês. Apenas lixos e desaforos, lançados para cima dos humildes que sucumbi tuas vontades de jogar esporros para cima de nós. Vocês veem os seus nomes em todos os lugares nos impõe a coisas desagravantes ao nosso ponto de vista, e nem ao menos nos agradece. Vivemos numa sociedade doente, cheia de pessoas maliciosas plantando armadilhas e maldades para pessoas como eu e você que são submetidas a isso. Será que seremos suficiente para tudo isso? Ou será que nossa geração também será escravizada como os negros em 1500? Essa sociedade cospem seus lixos em nos pessoas ingênuas. E o mal se erguendo contra o amor e amor sendo esquecido no baú das coisas “inúteis”. Ou será que você não percebe? Será que você não vê o que se passa diante de seus olhos? Uma hora somo-nos que iremos cuspir todo o lixo lançado contra nos em todos vocês. Ah querida sociedade plantando sorrisos em nós, vendo pessoas morrendo por fome? Guerras sendo erguidas contra cada nação? Países sendo devastados por falta de dinheiro? É essa felicidade que você sente? Vê alguém morrer por causa do teu excêntrico egoísmo? Sinceramente vivenciamos com loucos, mais loucos pela amargura de outro povo. Até quando iremos aceitar isso? Até quando aguentaremos ser controlados mentalmente por essa sociedade sem escrúpulos nenhum? Até o fim de nossos dias? Ei, quem somos realmente? Ninguém dita as coisas que devemos fazer a não ser você mesmo. Tu aceitas ser controlado por eles. Mente fraca, olha para fora da caixinha, o que você vê? Pôneis voando? Pessoas alegres? Obviamente que não vê o mundo caindo os pedaços, enquanto os governadores do país sentam em cima do seu dinheiro. Ei, erga-se lute pelos seus direitos. Mande a sociedade ir se danar. Não aceite. Mais que país é este em que vivemos agora? Jéssica Criste (s-haped)